Aqui sigo mais um passo da minha caminhada nesse plano. Ultimamente ando sentindo coisas que não sei direito como lidar, porém são coisas que mostram como a minha vida já está afunilando. Creio que o meu discernimento nunca foi tão exigido como ultimamente. Acho que ando enfrentando situações adversas a que enfrentei como dificuldade em meu passado. São pontos de vistas que surgem de todos os lados em e fazem ter dúvidas do que realmente eu devo seguir. Mas decido tudo no coração, e creio que isso deva ser a minha bússola nas escolhas que ando tomando. Acho que meu coração está bem guardado, puro e bem sintonizado. Preciso tratar de sintonizar minha "potência de viver" em algo que supra essa imensa busca que tenho dentro de mim, que mal sei explicar pra mim mesmo.
Sinto que essa minha fase individual tem me custado diversos questionamentos e pensamentos que não sei se estava preparado para enfrentar agora. Ao mesmo tempo sinto que existe uma energia negativa beirando algo dentro daquelas amizades tidas como importantes de ultimamente. Talvez eu precise trabalhar melhor como discernir as coisas desse plano com o outro plano, pra que não acabe ficando louco nessa troca de razão e emoção que andam a flor da pele.
Parece tolo vir aqui e reler mensagens que você deixou pra você mesmo, mas eu creio que isso seja a melhor forma de não me perder, e de trazer a tona as coisas do passado pra ver como as coisas foram superadas, transformadas, e como tudo sempre pode, e vai mudar.
Creio que a espiritualidade anda se fazendo cada vez mais presente no meu olhar e no meu modo de ver o mundo, e isso pode causar um pouco dessa confusão.
Alinhe as idéias e caminhe adiante.
Lembre-se do que faz seu coração vibrar.
Diário da Fumaça
domingo, 6 de julho de 2014
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Mais um dia está se passando nessa enorme nave chamada Terra. A oportunidade de registrar os momentos que andam acontecendo e de relê-los novamente depois de alguns anos me traz boas sensações, pois até os textos de desabafos tristes se tornaram águas passadas, superadas, histórias que já foram arquivadas para a gigante continuação dessa história.
Hoje em dia muitas coisas amadureceram do Diego de agora para o Diego de antigamente. Muitos dos acontecimentos superados daquela época me tornaram mais forte, o que me faz pensar que realmente as pessoas tem que surgir na nossa vida para que agente absorva aquele aprendizado do sofrimento, da tristeza, da chateação. Hoje sou seguro de muitas coisas, mas tenho o coração aberto para o novo e as coisas que ainda posso me defrontar na jornada. Creio que finalmente isso possa ser chamado de "ser adulto".
Podia dividir a vida em 3 fases com as conclusões que tenho até aqui.
A fase do viver, que é quando somos crianças. O mundo é algo novo pra gente, vamos sendo ensinados a viver por aqui, e aos poucos criando noções do que se pode e o que não se pode fazer. Nessa fase agente não quer pensar muito, não queremos tentar entender, buscar nada. Queremos apenas viver.
Depois vem a fase da adolescência. Onde conseguimos estabelecer padrões de decisão, mas muitas sem efetividade prática, tudo muito irreal. É a fase do sonhar, quando sonhamos que nossa vida vai ser do jeito que queremos, traçamos e imaginamos. Geralmente, uma vida mais feliz independente da que temos no momento.
Aí chega a fase adulta, que é a fase da aceitação. Você passa pelos seus obstáculos, decepções, tristezas, e finalmente entende como realmente o mundo é. O que você vai fazer? Vai se aborrecer pelo ódio e pelos conflitos alheios? Vai condenar pessoas que tiveram uma história totalmente diferente da sua, e que adquiriram seu senso individual que não está nem perto do seu? Sabe, a vida é uma passagem. Isso é fato. Nascemos aqui do "nada", e vamos morrer nesse mar de "nada". Talvez esse nada seja o tudo, que sempre buscamos encontrar. Por isso que aqui, na Terra, temos que viver longe de conflitos, longe de intrigas, longe de problemas, pra que possamos viver nossa vida, nossas alegrias, angústias e sentimentos no geral, para um lado individual. Enxergando que os problemas que criamos são problemas que temos que enfrentar para superar, você ve que a evolução é o entendimento de si mesmo, de seus próprios conflitos.
Isso é Deus.
Essa lógica ilógica, essa proporção infinita, essa alegria profunda.
É por isso que eu tento me manter no caminho da paz.
Pra viver.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Sigo em frente.
Continuo seguindo em frente, em busca de coisas que muitas vezes não fazem sentido. É complicado ver como as coisas se desenrolaram hoje em dia, o quanto minha vida mudou, e a enorme quantidade de dúvidas, incertezas e definições que rodeiam a minha cabeça. Achei que passaria de certa forma, que era algo motivado pelos últimos acontecimentos, mas na verdade, me fechei nesses últimos tempos. Me fechei em busca de mim mesmo, da minha essência, do que eu poderia fazer pra recuperar uma pseudo-felicidade instaurada nas profundezas dos meus sentimentos.
É fato que, apesar de inúmeras descobertas, ainda continuo caminhando no meio-fio. Deveria creditar isso a minha essência? Difícil saber.
A vida se tornou um grande e gordo enigma, no qual todas as possibilidades são imaginadas pela sua consequência, quando no entanto eu creio que não seja isso o que busco. Não busco consequências, não busco difíceis escolhas, nem tão pouco caminhos complexos para meus objetivos. Busco paz. Talvez essa seja a palavra.
A sensação de "felicidade" na qual todos dizem, só se é sentida pela minha pessoa quando estou em um estado completo de paz. Ao contrário disso, vivo uma vida que não precisaria aqui, mas aqui, é o que eu escolho, até porque sou forçado a fazer coisas, a me adequar num sistema que já existia antes mesmo do meu nascimento.
Hoje começo a entender as complexidades que minha mãe tinha pra me educar, pra me criar. É difícil crescer.
Preciso dar um sentido as coisas, me restabelecer perante as coisas, e colocar tudo automaticamente no lugar.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
O que eu faço?
Será que só eu não vejo sentido mais nas coisas?
A cada momento que passa me vejo cada vez mais distante da coletividade, e a solidão se torna minha nova companheira.
Sinto que minha mente se torna mais minha inimiga do que minha amiga. Qual será a solução para isso?
Aprender a controlá-la?
Já não há mais palavras bonitas em meus textos, já não há mais semblante feliz em meu rosto.
Apenas lágrimas, dúvidas e saudades.
Aquele vazio que surge no meu peito as vezes até sem motivo, já se tornou rotineiro.
Ando pelas ruas e nada me impressiona mais.
Tudo se tornou tão previsível, chato e entediante, que mal consigo ter vontade de mudar.
Eu me afundei em um buraco pela minha própria cabeça, e dei um passo a mais pra maturidade sem estar preparado.
As vezes, sinto que a vida não tem sentido algum.
Ainda mais quando tenho que vivê-la sem que seja do meu jeito.
Tenho que me moldar para agradar aos outros.
Estou cansado.
Farto.
E acho que preciso de mudanças radicais.
Não sei se me falta algo.
Mas sei que o que não me falta.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
A única saudade que realmente tive...
Viajei prometendo pra mim mesmo que iria "lavar a alma", "por a cabeça no lugar" e entre todas as outras milhares de expressões que se atribuem a alguém problemático que precisa de um tempo de seus problemas.
E foi isso que aconteceu.
Tirei um tempo de você.
Tentei dedicar cem por cento do meu tempo em prol do meu bem-estar, sem pensar nas milhares de coisas que me levavam até você.
Minhas conclusões de tudo isso?
Conclui que não da pra te esquecer.
É duro pra mim admitir isso, pois entro em um ciclo que temia até mesmo antes de viajar.
Como vou levar adiante tudo isso?
É como se um livro fosse dividido em dois capítulos, sendo que um deles está sendo escrito aqui por mim, e o outro foi apagado por você.
Me afastar colocou outros pontos de vista em minha cabeça.
Como posso te esquecer, se até o paraíso se torna incompleto sem a sua presença?
Se quanto mais eu tento te esquecer, mais você volta inevitavelmente aos meus pensamentos?
Como substituir o insubstituível?
Nunca imaginei que esse vazio por sentir a sua falta fosse ficar intacto depois de todo esse tempo.
Já fazem meses, mas ainda tenho a sensação de que estávamos juntos ontem.
Queria tanto reescrever nossa história, ah se você soubesse.
Reescrever meus erros, torná-los acerto e continuar com você do meu lado.
Se você soubesse como esse pensamento em você se tornou um tormento.
Eu sei que você está tentando viver sua vida, pois eu também estou.
Mas nada se compara com a sensação de estar ao seu lado.
Nada do que fiz até agora.
Talvez essa viagem ao paraíso, mais como disse, o vazio que eu tenho aqui dentro se manifesta lá no paraíso, e eu sinto isso de milhares de formas diferentes.
Seja em olhar a flor mais bonita que eu vi em uma trilha e pensar em levá-la até você, ou em focar o olhar no mar porém enxergando outra coisa. Nossos momentos.
Eu já superei coisas que aparentemente seriam piores do que um simples termino de namoro, mas ainda busco a superação desse sentimento todo que tenho por você.
E você, será que ainda sente algo por mim?
Será que um dia ainda pensa em estar ao meu lado novamente?
Fico aqui agonizando pela sua falta, e tentando, de todas as formas, enterrar esse sentimento dentro de mim.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
A transformação vem do amor!
Essa mistura de sentimentos com pensamentos me transforma completamente.
Sempre que acordo introspectivo é sinal de que algo está me incomodando, mas o meu maior problema hoje é entender o que realmente me incomoda.
Eu diria que é o amor, mas minha definição da palavra "amor" mudou de uns tempos pra cá.
Esse amor desesperado, que anseia por uma única pessoa a todo instante, que insiste em vir a tona em um turbilhão de pensamentos, hoje, me parece mais com a palavra "apego".
O apego é quem gera a "dependência", pois cria um laço baseado em momentos e te faz enxergar a outra pessoa como algo exclusivamente divino para o seu mundo. Foi o que eu vivi.
E vivi isso com todas as minhas energias possíveis.
Obviamente, aprendi muito.
Tanto nos meus erros, como nos erros dela.
Hoje em dia, quero experimentar o gosto do verdadeiro amor.
Aquele que é exalado pelo ser, sem se prender a quem ele deve ser entregue, sem provocar feridas que demoram para cicatrizar. O amor que se molda através de outros milhares de sentimentos complexos, e que contagia a todos. É esse amor que deve ser plantado e colhido entre os homens. É esse amor que gera boas vibrações tanto para mim, como para quem me rodear.
Mágoas vem com expectativas, e eu simplesmente não quero mais criar expectativas.
Quero que a vida me surpreenda, quero me transformar para transformar o mundo ao meu redor.
Mais é válido lembrar que esse entendimento é um processo demorado e minucioso do meu ser, que eu só poderei viver e realizar cem por cento com muito foco. Só eu posso me consolar em alguns momentos.
Despedidas são sempre tristes.
Mais essa minha nova jornada me faz crer que preciso me desapegar dos meus sentimentos antigos, mesmo que a contragosto.
Já sai de muitos vícios, mais sempre tive noção que só os larguei, por chegar uma hora em que não os queria mais. E com você é diferente, é mais difícil, porque ainda a quero na minha vida.
O difícil mesmo é equacionar você como uma variável qualquer na minha vida, e não como a chave do problema.
As únicas certezas que eu tenho, é que o tempo passa, e a vida ta aí pra ser vivida.
Tem horas que é melhor deixarmos boas coisas de lado, pra conquistarmos coisas melhores ainda, e saber que nunca abrimos mão das coisas. Apenas damos a liberdade suficiente pra que elas sigam o caminho delas. O acaso e o destino são grandes demais, e podem surpreender a mim novamente com você, eu apenas não crio expectativas mais em cima disso. Apenas vivo.
Tem horas que é melhor deixarmos boas coisas de lado, pra conquistarmos coisas melhores ainda, e saber que nunca abrimos mão das coisas. Apenas damos a liberdade suficiente pra que elas sigam o caminho delas. O acaso e o destino são grandes demais, e podem surpreender a mim novamente com você, eu apenas não crio expectativas mais em cima disso. Apenas vivo.
Obrigado pelo aprendizado.
Obrigado pelas boas histórias, boas conversas, bons beijos, e por todas as noites juntos.
Boas lembranças, essas sim, jamais serão apagadas.
Boas lembranças, essas sim, jamais serão apagadas.
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Lua
A vida se manifesta de milhares de formas diferentes, sejam essas manifestações naturais, ou meramente coincidências do acaso, inexplicavelmente postadas em nossas vidas.
Praticamos ações, que geram reações, e reagimos a milhares de ações.
A Lua me causa a mesma sensação que tenho quando te vejo.
Inclusive suas variações, são tão parecidas com as variações de pensamento que tenho de você.
Em alguns dias, aparece discreta, como uma boa música que escutamos por acaso.
Em alguns momentos some, dando brechas pra sensações e experimentações novas para minha pessoa.
Mas os piores dias são quando ela brilha forte, intensa, se faz presente pela sua luz, sem que possamos fugir do que essa luz ilumina.
Esses são os piores dias.
Dias em que a saudade dentro do meu peito aperta.
Tento te evitar de todas as maneiras, mas sou confrontado com impulsos maiores em te ver, ler algumas cartas antigas, apreciar fotos de bons momentos, e viver a dor a flor da pele.
A que pontos chegamos.
Em pensar que tudo aquilo que pra mim fazia parte dos meus dias, hoje já não faz parte mais.
Em pensar que minha carga de energias hoje deve ser feita por diversas fontes diferentes, já que você, responsável pelo meu humor e meu bem-estar de antigamente já não se faz mais presente.
Juro que estou tentando, com foco e determinação, te esquecer.
Mas é difícil.
Talvez porque eu tenha atribuído sua presença na minha vida de uma forma marcante e intensa, igual ao brilho da Lua.
O ruim de saber disso, é que a Lua nunca vai desaparecer.
Só preciso cuidar pra que ela se esconda como faz em tantos outros dias.
E rezar pra que minha vida ganhe um novo sentido bem rápido...
Maldita saudade...
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