domingo, 20 de junho de 2010

Brisas de ócio

A indignação presente nessa face, é repugnante.

Repugnante como o meio de pensar que define e descreve toda essa personalidade.
Os caminhos começam a cruzar novamente, entre o inexplicável, e o inatingível, entre o triste e o divertido, entre a lembrança e o desejo. Nós perseguimos isso, com toda a clareza que nos cerca. É tão claro, que muitos o confundem com o escuro.

Levar coisas boas afim de trazer raciocínio, para elevar o ser presente. Elevação essa, que nos meu caso passa por raios de sol e nuvens de chuva. Um mundo onde é só você e o espelho. Um espelho que só reflete sua aparência, mais age de maneira diferente. São controlados por outras bases, outras influências.

Palavras soltas, correm junto da brisa, com a tarefa de ilustrar de maneira simbólica, esse tal feito. Quanto mais eu olho pra dentro, mais as esperanças rasgam à mim. A mente elevada na hora certa, com os sentidos fora de si. A vontade é uma só a partir de agora, e isso sim é inevitável, essa é a prisão que eu quero ficar.

Sei que essa pulsação anda diferente. Mas você tem caminhos a seguir.
Siga com eles e acredite em tudo o que as coisas podem te oferecer. Se preocupe mais com a vida e com o que temos de bom pra levar dela. Arte, vai além da visão, pois ela tem de vir do espírito de seu admirador.

Sim, nascemos na época errada. Levo vestígios do século passado, e junto eles com os desejos inacabados.

Vento, sopra em minha face, e mostra a realidade.
Concentração e atenção indiscutíveis.
Libertando as coisas como se fossem lixo.

Necessito do entendimento.
Talvez seja a palavra que busco agora de vez na minha vida.
O que pode ser uma merda pra todos, pode ser a maior beleza pra mim.


E assim são...
Pensamentos tão avulsos, induscutíveis e desnecessários.
Vou levar agora todos esses conceitos e transformá-los em imagens.

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